Automedicação: quais são as consequências

Os analgésicos, os antitérmicos e os anti-inflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam.

Além disso, a intoxicação por medicamentos ocupa o primeiro lugar dentre as causas de intoxicação registradas em todo o país, à frente dos produtos de limpeza, dos agrotóxicos e dos alimentos estragados.

O farmacêutico pode te ajudar a utilizar de forma segura os medicamentos de que necessita, nas doses, frequência, horários, vias de administração e duração adequados, além de analisar as interações com outros medicamentos que você já utiliza. Continue lendo “Automedicação: quais são as consequências”

Rótulos terão de destacar produtos alergênicos a partir de julho

A indústria de alimentos tem até o dia 3 de julho para destacar nos rótulos dos produtos a presença de substâncias alergênicas, como crustáceos, amendoim e leite. Continue lendo “Rótulos terão de destacar produtos alergênicos a partir de julho”

Dengue, zika e chikungunya: quais medicamentos evitar?

De janeiro a início de abril foram registrados no Brasil 802.429 casos prováveis de dengue, 38.332 casos de febre chikungunya e 91.387 de zika. Esse cenário gera grande preocupação e alerta para a necessidade de combater o mosquito transmissor (Aedes aegypti). Continue lendo “Dengue, zika e chikungunya: quais medicamentos evitar?”

Aprenda a identificar a diferença entre H1N1 e dengue

Febre alta, mal-estar e dores no corpo podem ser sintomas de uma gripe comum. Em uma época de epidemias no país, porém, é importante ter atenção redobrada. Saber identificar a diferença entre H1N1 e dengue garante um diagnóstico mais rápido e chances de uma recuperação tranquila ao paciente. Continue lendo “Aprenda a identificar a diferença entre H1N1 e dengue”